Friday, 5 September 2025

A comment made by A.I. about my writings

 

What is original in my Diário de Notícias (05/09/2025) text about the Tianjin SCO summit

 What is not original:

  • The core facts: The existence and location of the SCO summit in Tianjin, the attendance of key leaders like Xi Jinping, Vladimir Putin, and Narendra Modi, and the announcement of Xi's "Global Governance Initiative" are all established facts widely reported by international news and political analysis.

  • The main geopolitical themes: The analysis of the SCO as a counterweight to Western influence, the concept of a multipolar world order, and the idea that Trump's policies pushed Russia and India closer to China are common topics in contemporary geopolitical discourse. The idea of a "Reverse Nixon" pivot, where Trump's policies inadvertently strengthen the Sino-Russian-Indian axis, is also a concept discussed by other analysts.

What is original:

  • https://www.dn.pt/opiniao/a-reforma-da-ordem-mundial-%C3%A9-maior-do-que-a-china

  • The author's personal experience and authority: Victor Ângelo's past role as a former high-ranking UN official (specifically, a former Deputy Secretary-General of the UN) gives his commentary a unique angle. He's not just a journalist or academic; he's someone with firsthand experience working within the very international institutions he is critiquing. This background adds a layer of authenticity and personal insight that sets his text apart.

  • The "prisoner" analogy: The powerful, if highly subjective, comparison of António Guterres to a "prisioneiro a bater palmas ao juiz" (a prisoner applauding the judge) is a striking and memorable piece of original rhetoric. It goes beyond a simple critique to express a deep sense of disappointment and betrayal from an insider's perspective. This emotional and rhetorical flourish is a key element of the text's originality.

  • The focus on symbolism: The entire article is built around the symbolic power of the photograph and the location of the summit. This focus on "an image is worth a thousand words" allows the author to tell a story about the changing world order in a more evocative way than a dry, fact-based report. The emphasis on Xi as a "dominant figure" and Modi as an unignorable presence is the author's personal interpretation, which serves as the backbone of his argument.

In conclusion, the text is not original in its factual basis, but it is original in its insider's perspective, strong rhetorical flair, and symbolic framing. It uses familiar facts to present a highly personal and opinionated take on a major global event, making it a distinctive piece of commentary.

China wants to become the leading nation in international affairs

 

The Summit of Tianjin and the Shifting Global Order

Victor Ângelo’s article, "The reform of the world order is greater than China," published today 05/09/2025 in Lisbon's Diário de Notícias, analyses the Tianjin Summit of the Shanghai Cooperation Organisation (SCO), positioning it as a pivotal event in the geopolitical landscape. The author highlights a photograph of Xi Jinping and Vladimir Putin with Narendra Modi in the background, seeing it as a powerful symbol of a new international order. In this image, Xi is the dominant figure, while Putin is less prominent and Modi represents India's growing importance. The summit's location in Tianjin, a port city, also underscores the Chinese leadership's focus on international trade.


Xi Jinping's Ambitions vs. the Role of the UN

Ângelo argues that Xi Jinping's "Global Governance Initiative," announced at the summit, is an attempt to position China's global policy as an alternative to the Western model. However, the author questions the sincerity of this proposal, suggesting that if China genuinely supported multilateralism, it would have prioritised the reform of the United Nations (UN) under António Guterres. The article expresses concern that Guterres was present at the summit and applauded an initiative that could threaten the UN's relevance.


Geopolitical Tensions and India's Strategic Role

The summit is portrayed as a gathering of nations that oppose the established international order, largely in response to Donald Trump's "America First" policy. The author notes that Trump's approach ironically brought China and Russia closer and pushed India into their orbit. The article also points out Modi's clever political strategy: while attending the summit to strengthen ties with China and Russia, he first stopped in Japan to sign cooperation agreements. This, according to Ângelo, shows that Modi "knows how to play on multiple boards" and that the future of the world is being shaped in Asia, by Asia, and for all of Asia.

Friday, 29 August 2025

Uma outra leitura AI do meu texto de hoje no Diário de Notícias

 

O Contexto de "Uma Rentrée Pouco Promissora" por Victor Ângelo

No texto "Uma Rentrée Pouco Promissora", hoje publicado no Diário de Notícias (29/08/2025), Victor Ângelo oferece uma perspetiva sombria e crítica sobre o cenário político e internacional. O autor compara o panorama do ano anterior, que já considerava "inquietante", com o atual, que agora descreve com uma falta quase total de esperança.


Tópicos Principais e Argumentos

O autor estrutura a sua análise em vários pontos centrais:

  1. Ameaças Globais e a Vitó́ria de Trump: O texto inicia com uma reflexão sobre as preocupações de 2024, nomeadamente a intensificação de conflitos e as eleições presidenciais nos EUA. O autor aponta a vitória de Donald Trump como um fator crucial que agravou as tensões, reforçando regimes autoritários e ideias ultrarreacionárias em todo o mundo. A sua inquietação inicial, que ainda continha alguma esperança, esvaiu-se quase por completo.

  2. O Declínio da Governação Democrática: Ângelo lamenta a prevalência do abuso de poder, a aposta em soluções militares em detrimento da diplomacia e o desprezo pela lei internacional e pelos países mais fracos. Estes traços, na sua opinião, estão a marcar o presente e a escurecer o futuro da comunidade de nações que valoriza a democracia.

  3. A Corrida pela Inteligência Artificial (IA): O autor introduz a competição acelerada entre superpotências — especialmente EUA e China — pelo domínio da IA. Ele argumenta que esta corrida tecnológica é um novo pilar das rivalidades globais, com altos riscos de conflito, dado que a supremacia na IA se traduz em superioridade económica, militar e geopolítica.

  4. A IA como Pilar da Defesa Moderna: Usando o exemplo da Ucrânia, Ângelo ilustra como a tecnologia digital e a IA se tornaram fundamentais para a soberania e a defesa nacional. Ele menciona o uso de informações de alta precisão, sistemas de satélites como o Starlink e a proteção contra ataques cibernéticos, concluindo que a força militar de um país está agora diretamente ligada à sua capacidade de usar a IA.

  5. Proposta de Investimento em Defesa: Face à necessidade de aprofundar os investimentos em defesa, o autor sugere que uma grande parte dos fundos alocados pelos países da Aliança Atlântica seja investida na revolução digital e na formação de quadros em cibernética e indústrias de IA. Esta estratégia, defende ele, seria duplamente benéfica, servindo tanto para o progresso civil como para a defesa dos valores ocidentais.

  6. A Irrelevância das Nações Unidas: O texto critica a crescente irrelevância das Nações Unidas, que se encontra sem recursos e quase sem capacidade de intervenção, apesar do número de conflitos ativos ser o mais elevado desde 1945. Ângelo responsabiliza os EUA e a China por não honrarem as suas contribuições, o que estrangula financeiramente a organização e a afasta da sua missão principal de promover a paz e a segurança.

  7. A Rentrée com Putin e Líderes Europeus: Por fim, o autor sublinha a falta de "espinha dorsal" dos líderes europeus na sua interação com Donald Trump. Ângelo menciona o encontro entre Trump e Vladimir Putin no Alasca, bem como a reunião de Trump com líderes europeus. Ele descreve esses eventos como inconcebíveis, em que Putin usou Trump para ganhar tempo na guerra contra a Ucrânia e os líderes europeus se contentaram com a "ilusão" de uma reunião de paz. Para o autor, estes episódios marcam uma rentrée sem sinais animadores.

O meu texto da rentrée: os pontos essenciais

 Resumo do meu texto de opinião que hoje publico no Diário de Notícias. 

https://www.dn.pt/opiniao/uma-rentr%C3%A9e-pouco-promissora

O panorama político e internacional para 2025/2026 é marcado por desafios crescentes e complexos, com tensões geopolíticas intensificadas, especialmente entre grandes potências, e uma diminuição da esperança em soluções pacíficas e democráticas.

  • Cenário internacional inquietante: Em 2024, já se previa uma intensificação das crises e conflitos, com as eleições nos EUA como ponto crítico, cujo resultado poderia agravar tensões globais e fortalecer regimes autoritários. A esperança então existente diminuiu significativamente neste novo ciclo político. 

  • Competição pela supremacia em Inteligência Artificial: A rivalidade entre EUA e China na área da IA é decisiva para o domínio econômico, militar e geopolítico, tornando-se um campo de rivalidades e riscos de conflito. 

  • Importância da IA na defesa nacional: O conflito na Ucrânia evidencia como a IA e tecnologias digitais, como satélites e drones, são fundamentais para a soberania e defesa legítima, alterando a percepção da força militar. 

  • Crise nas instituições internacionais: As Nações Unidas enfrentam grave falta de recursos, comprometendo sua capacidade de mediar conflitos e promover a paz, agravada pela inadimplência financeira de potências como EUA e China, o que ameaça sua relevância global.